Leonardo Boff

Frei Betto sempre esteve ao lado dos oprimidos e dos ameaçados de extinção como os indígenas. Aqui apresenta claramente o conflito que envolve os Guarani-Kaiowá, estes ameaçando suicídio coletivo caso suas demandas por terra não forem atendidas. São duas visões de mundo que se confrontam: aquela dos ruralistas que representam a perspectiva da terra como meio de produção numa lógica utilitarista e mercantil; a dos povos originários que veem a terra como prolongamento do corpo, como viva e “mãe do índio” como costumam dizer. Precisamos aprender desses representantes originários como entreter uma relação diferente para com a Terra, entendida como Gaia, Pacha Mama e Grande Mãe que nos dá gratuitamente tudo o que precisamos. Mãe não pode ser comprada, vendida ou tratada de qualquer jeito. Mãe é para ser venerada, respeitada e amada. Assim deve ser  com a Magna Mater, a boa e generosa Mãe Terra. LBoff

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A Justiça…

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Um pensamento sobre “

  1. priknopp disse:

    É sempre importante entender a ligação que temos enquanto sujeitos com o todo que nos envolve e nos significa no mundo. As palavras reblogueadas de Leonardo Boff e do Frei Betto denotam mais uma vez a complexidade do ser humano e como ela é por vezes manifestada pelo atravessamento dos significados, do poder, das relações e que geram atos tão drásticos/trágicos.

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